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Barragem do Tua!

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  Barragem de Foz-Tua ! Há muito que não falo da famosa barragem que tanto deu que falar. Demorou anos, muita bronca, mas acabou por ficar pronta e já por lá passei, depois de ter enchido a albufeira. Fiquei um pouco desiludido, pois da estrada não se vê, praticamente, nada e a albufeira que esperei seria um lago enorme, nem se dá por ela. Talvez uma vista aérea dê para matar a curiosidade, mas ainda não vi nenhuma. Lembrei-me disto, quando vi o que chovia esta manhã, aqui na Póvoa. A água era tanta que as caleiras dos telhados não a seguravam lá dentro e escorria por todos os lados. Junto à minha porta das traseiras caía uma bica que despejava litros por segundo. Espero ouvir nas notícias que as nossas barragens, pelo menos aqui no norte, já estão a 100%. Em caso de maior aflição sempre podemos mandar alguma para o sul. Quem construiu um gasoduto para trazer gás da Argélia até ao Minho, também pode fazer o mesmo para levar água do Minho até ao Algarve.

Ivo Cruz

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Eu e o meu amigo Ivo Cruz. Este meu amigo, já estava no Freixo, quando eu lá cheguei em 1985. Naquela altura, na década de 80, era o Eng. Moura Relvas que mandava em tudo, menos na energia. Mas o telecomando foi-lhe entregue, e a EDP, pela mão do Eng. Xxxxxxxxx,( branca, ajuda Ivo se te lembrares) sabia muito bem o que estava a fazer. Este meu amigo era um técnico de alto gabarito, começou a dar assistência ao telecomando da Amieira e de Avanca, da marcaTeletra, em parceria com o eng. Cunha de Sá, não existia mais nenhum telecomando. Depois nas suas mãos nasceram o telecomando de Guimarães e Aveiro e foi com ele que as telecomunicações ficaram, porque eram parte integrante do sistema do telecomando. Funcionavam as subestações de Guimarães com apoio do repetidor da Penha em Guimarães, por lá passavam mais de uma dezena de subestações, quando o repetidor falhava é um Deus me livre, ó quem me acode, ficava tudo falhado em comunicações. Era um sistema com duas vias de comunicação no Centr...

Raúl Queirós

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Eu e o meu amigo Raúl Queirós Somos assim como manos das telecomunicações! Este meu amigo é de Braga, mas nunca viu Braga pr um Canudo. Queirós é assim que o trato e continuiarei a tratar porque faz parte do mundo dos vivos. Lembras-te quando cheguei às telecomunicações ao Freixo, já tu lá estavas, adiantaste-te umas semanas, até eu ter a escrita em dia por Viana do Castelo. O engenheiro Cunha de Sá era o nosso chefe, e além disso era um grande técnico, tinha passado pela RTP e foi isso que lhe deu estaleca. Mas o que queria lembrar aqui hoje foi o primeiro trabalho que fomos fazer os dois, eu claro como teu ajudante, sabes onde? Foi em Mondim de Bastos, na subestação Móvel, montar um telealarme para sinalizar via rádio quando disparasse algum disjuntor e a vila ficasse às escuras. O telealarme era daqueles cheios de relés, com duas caixinhas de um encoder e um decoder na frequencia de voz, funcionava às mil maravilhas e dava para fazer consulta desde a Subestação de Ruivães onde func...

45 anos de EDPD

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  Fez há 2 meses atrás, 45 anos que este rapaz, com 22 anos na altura (hoje 66), se apresentou pela primeira vez na EDP Monção, para fazer parte desta grande equipa que é a EDP. Há muitas EDPs, mas eu fui para electricista de redes BT, no ex CD de Viana do Castelo, nesta altura a organização era por distritos, daí o nome CD capital Distrito da EDP Distribuição. Depois de dois anos a trabalhar a fazer baixadas e ramais e outros que tais como dar luz ao Alto Minho, ainda me lembro de ter ido com os quadros superiores dar luz pela primeira vez aos dois Ribeiros de Castro Laboreiro, Ribeiro de baixo e Ribeiro de Cima, nas fraldas do parque Peneda Gerês. Acompanhou-nos o Padre Aníbal, para benzer as instalações a 1ª vez. Então decidi que tinha que dar corda aos sapatos, que é como quem diz concorrer para ir para outro lado, de preferência, mais perto de casa. Casa aqui significa “casa dos pais” lugar onde fizemos a escola primária. Sou aprovado para vir para a subestação de S. Marta d...

ZÉ Frias Ribeiro

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  Eu e o meu amigo Frias Escrever sobre este meu amigo, não é pera doce! Sabem porquê! Porque ele não tem Facebook e é a sua esposa que tem que lhe mostrar o que os amigos pensam dele. Mas vou tentar, dizer um pouco deste grande amigo de Zé para Zé, porque ele além de Frias também tem Zé no seu primeiro nome. Quando me foi apresentado pela primeira vez, estávamos na rua Santa Catarina, no Porto no ano de 1985. Ele tinha vindo de Moçambique, mas ao contrário de muitos não era retornado, nasceu lá. Começamos a nossa amizade nesse mesmo dia e consegui ler no fundo da sua personalidade que estava ali um amigo para a vida, ou sou eu que vejo ao longe ou então és mesmo tão puro, tão puro que só mesmo uma senhora chamada D. Berta, foi capaz de ver e sentir o mesmo que eu uns anos à minha frente. É o Frias, técnico de se tirar o chapéu, mas agora não é isso que me trás aqui. O que quero transmitir é a sua personalidade mais que positiva, muito à frente da minha, desculpem a...