Antepassados da Eusébia (Escrito por MAS) O Joaquim casou com a Maria! O pai dele usava o apelido de Álvares Ferreira (Álvares da mãe e Ferreira do pai)! A mãe era Souza e mais nada! E a mãe do Joaquim queria que ele usasse também o apelido de Souza! E ele, para não deixar mal a avó nem o avô, ficou a ser Joaquim Álvares Ferreira de Souza! Mas quem lhe registou os filhos (e foram muitos) raparam-lhe o Ferreira do pai e ficaram a ser, apenas, Álvares de Souza. O avô Jerónimo que tanto orgulho tinha no seu apelido, deve ter dado muitas voltas na campa ao ver os seu netos despojados do seu apelido, o Ferreira que herdara do seu pai. E assim a minha mãe que não reclamava de nada, para ela estava sempre tudo bem desde que fosse na graça de Deus, ficou a ser Alves de Sousa, pois que a vida já mudara muita coisa e o Alvares era mais latino que português, tal como usar o Z não se justificava uma vez que tínhamos o S que fazia a mesma figura. Hoje, é difícil explicar a u...
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A minha recruta ( escrito por Carlos Manuel Silva-16429)
Apresentei-me, como voluntário, em Março de 62, no Corpo de Marinheiros do Alfeite, para ser submetido a inspecção médica e curricular, sem a qual não poderia ingressar na Armada Portuguesa. Tendo sido apurado, fui para a Escola de Fuzileiros, em Vale de Zebro, Palhais, no concelho do Barreiro, onde começaram a fazer a sua recruta os escolhidos para fazer parte do quadro de Fuzileiros. Depois da inspecção, aqueles que não eram seleccionados para fuzileiros, cerca de dois terços, seguiam para a Escola de Alunos Marinheiros, em Vila Franca de Xira, onde eram ensinados em todas as artes necessárias à navegação. Eu sou um de 4 irmãos que foram para a Marinha, os dois mais velhos foram para os fuzileiros, enquanto que os dois mais novos foram para a Escola de Alunos, por já ter terminado a Guerra Colonial e não serem precisos mais fuzileiros. Um saiu "Manobra" (na Marinha Mercante chamam-se "Moços de Convés) que são aqueles que auxiliam nas manobras, de todo o tipo, que um ...
Jantar da aldeia
Jantar da aldeia! Correu muito bem, num ambiente familiar e humano, com os amigos do costume. Tinha os amigos do salão, de que eu faço parte, amigos do lar social de Touguinha e Aver-o-Mar, toda a comissão frabriqueira da aldeia e muitos outros amigos de outros lados, para estar presente bastava cultivar a amizade no dia dia com o Sr. Padre Joaquim Amorim. Uma palavra muito especial à organizadora deste evento, Diana Almeida e seus cumplices. Do homem da festa, dizer só que está cá ainda para muitas mais curvas e muitos mais dias de parabéns, agora e daqui em diante que tenha muita saúde a paciência que bem precisa, porque continua à frente das duas paróquias de Touguinha e Aver-o-Mar. Eu sou um sortudo por continuar a merecer a sua grande amizade, também não esperava outra coisa, pois foi ele que me casou já lá vão 44 anos. Abraço a todos os presentes, e a si padre Joaquim Amorim eu me confesso todos os dias, num sítio muito especial.
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